Posts de Dezembro, 2007

¿Hablas portuñol?

27/12/2007

Missao cumprida em Santiago. Ja fizemos as compras, achamos tudo que precisavamos e estamos fazendo hora porque so vamos pegar o onibus pra Mendonza às 23:30 (sao 19:42). Enfrentamos os mesmos problemas do Brasil: onibus lotados, metro bem cheio, calor forte… Estamos impressionados com a receptividade dos chilenos. Fomos muito bem tratados em todos os lugares pelos quais passamos. O povo aqui é bem agradàvel e simpatico. Tinha uma dupla tocando um tipo de atabaque e cantando “rap” dentro do ônibus e deu até pra mostrar pra eles um pouquinho de “música da Bahia”. O cansaco ja está batendo, hoje vai ser a segunda noite dentro de um ônibus e amanha passaremos o dia novamente comprando. Mas por enquanto, está tudo ótimo!

Marcio

P.S.: ainda estamos apanhando dos teclados em espanhol. nao achamos teclado em portuñol…

Aeroporto Guarulhos

27/12/2007

Ja comecaram os imprevistos. Cheguei na rodoviaria em BH, em cima da hora, ja que o transito estava complicado. O onibus atrasou 35 minutos, e eu fiquei com duas mochilas imensas, no meio da multidao, procurando o onibus certo. Chegando em SP, o Carlao nao estava me esperando conforme o combinado. Resolvi ligar pra Elaine e ela nao atendia o telefone. O tempo foi passando e comecei a ficar nervoso. Liguei entao pra casa dos meus pais e pedi que fizessem contato com a Elaine, ja que eu nao tinha trazido o celular e nao tinha noticias do Carlao. Quando liguei novamente, eles me disseram que o Carlao estaria me esperando no aeroporto. Sai com minhas “pequenas mochilas” correndo pela rodoviaria e peguei o onibus para o aeroporto. A partir dai, tudo certo. Encontrei o Carlao todo sorridente e agora estamos aqui na sala vip da Lan Chile aguardando nosso voo. Como estavamos com muita antecedencia, tudo acabou dando certo. Meu primeiro erro foi: nao trazer o numero do telefone do Carlao. Daqui a pouco estaremos em Santiago, fazendo nossas primeiras compras.

Marcio

Galera. Essa sala VIP e chique de mais. Nao combina nada com o tosco da Marcio. Alias, nao combina nada com a nossa expedicao (sem comer direito, sem banho, frio, etc.). aqui tem comida, bebida, sofas, jornais e revista a vontade. 0800. deixa eu aproveitar esse resto de vida boa.

Carlao

P.S.: nao achei a acentucao deste teclado.

Partindo

27/12/2007

Finalmente estamos partindo hoje de Guarulhos às 10h. Começa a execução (logística) de nossa tão sonhada e planejada viagem para os Andes.

Quatro anos sonhando. Um ano planejando e se preparando. Tantas coisas aconteceram nesse tempo. Coisas boas e ruins. Mais boas que ruins. Mas tudo foi afunilando de forma que a nossa expedição se tornasse cada vez mais real.

Confesso que estou ansioso e com certa preocupação com o sucesso total do nosso objetivo. Mil perguntas me vêm à cabeça a cada instante. Mas pensando bem… Se fosse tudo mais certo e fácil, não teria a menor graça. O incerto e o desconhecido dão um tempero especial em nossas vidas.

A partir de hoje, não vamos mais colocar notícias diárias no blog. Havendo tempo de internet, vamos mandar e-mails e fotos para o Flaviano publicar as notícias.

Vocês podem consultar outros dois blogs da outra expedição para saber mais novidades, sobretudo sobre o Ojos del Salado:

www.setepicosandinos.com
www.maguinho7.spaces.live.com

Obrigado a todos que nos ajudaram direta ou indiretamente nessa nossa expedição.

Feliz 2008.

Carlão

Feliz 2008

26/12/2007

Estou com uma “gostosa” sensação de dever cumprido. Não há nada que não tenhamos feito porque “não deu tempo”, porque não tenhamos discutido o suficiente… Agora vai depender da adaptação do nosso organismo e do clima. Também dos detalhes finais a serem providenciados em Mendonza. Precisamos continuar alertas.

Ontem à noite, lendo o artigo que o Carlão colocou no blog, reforcei meus pensamentos sobre a importância do “psicológico”, de não menosprezar a montanha, preparar-se para o desconforto, imprevisto…

Mas já podemos comemorar! Comemorar o fantástico ano de 2007, os treinamentos, o companheirismo, o clima agradável, a prestatividade, colaboração e amizades desenvolvidas até aqui.

Mais uma vez, muito obrigado a todos e um FELIZ 2008!

Márcio

O fator psicológico na escalada de Montanhas

25/12/2007

Muitas pessoas me perguntam qual a dificuldade da escalada de montanhas. A resposta é sempre muito complexa, pois envolve vários fatores, do perfil do escalador até a altitude que vamos encarar. Encontrei um artigo muito bom que responde boa parte das perguntas no site www.gentedemontanha.com.br. Transcrevi aqui uma parte do artigo escrito por Maximo Kausch. Boa leitura.

Carlão

O que é que nos move? De onde vem essa coisa que nos permite passar por tantas adversidades e ainda querer continuar mais e mais? Por quê é que escalamos Montanhas?

Após ter ido mais que uma vez às montanhas, posso dizer que um pequeno detalhe, no qual normalmente desconsideramos, é decisivo nas nossas chances de chegar aos cumes: o fator psicológico.

Quando falamos sobre preparo para escalar grandes montanhas, sempre mencionamos os fatores físicos ou mesmo a parte da aclimatação, mas esquecemos deste fator, que é o mais importante (muito mais do que pensamos).

É impossível equacionar exatamente o quanto o psicológico vai influenciar nas chances de sucesso, mas funciona mais ou menos assim:

Fatores decisivos nas chances de chegar ao cume de uma montanha

3000 metros de altitude
3000

4000 metros de altitude
4000

5000 metros de altitude
5000
 

6000 metros de altitude
6000

7000 metros de altitude*
7000
* altitute aproximada do Aconcágua e Ojos del Salado

8000 metros de altitude
8000

Com a adição de altitude numa escalada, as coisas ficam diferentes. Dores, cansaço, desidratação e outras coisas que não estamos acostumados, entram na equação. Lidar com estes, faz o psicológico valer muito mais que o físico. Obviamente, os novos elementos na equação vão influir na forma que o seu corpo responde, mudando portanto, a sua auto-confiança. A auto-confiança é a chave para um bom estado psicológico e finalmente, o sucesso numa expedição.

O único remédio contra a falta de confiança é conhecer os próprios limites, o que portanto é definido pela sua experiência prévia em montanhas. Quanto maior a sua experiência, melhor você lidará com contratempos e melhores serão as suas chances de sucesso.

Geralmente, quando planejamos uma escalada, tomamos as decisões sobre posição de acampamentos, dias de ataque ao cume e tempo de estadia na montanha, etc, enquanto ainda estamos em altitudes baixas e não temos idéia de como o nosso estado psicológico vai estar no momento que as coisas irão realmente acontecer… Todos nós subestimamos montanha, e sobre-estimamos nós mesmos, seja a montanha tecnicamente fácil ou não. Sempre tenha em conta que você simplesmente pode não se sentir com vontade de seguir o planejado.
 
Um exemplo clássico disso, é quando planejamos várias escaladas numa mesma expedição. Após a primeira delas, geralmente estamos tão exaustos que nem queremos ouvir falar em montanhas. Eu sempre acabo planejando muito mais do que realmente consigo escalar.

A dica é esperar. Um longo descanso de algumas jornadas, geralmente é suficiente para trazer aquela vontade de escalar de volta.

Poucos conseguem expressar palavras para essa “vontade”. Somente os que já estiveram numa montanha, conseguem descrever esse pensamento. Mas o que será que nos move?

Fase final da preparação: engordar

24/12/2007

Estou aqui na fase final da minha preparação para a viagem. e vim para o lugar certo: a casa do meu irmão em Sampa. Minha cunhada, a Ramza, é uma cozinheira de mão cheia. Quanta comida boa. Acho que vou engordar uns 2kg. Falei com o Marcio ontem e ele está fazendo o mesmo. Esta época de Natal é muito própícia pra isso. Demos sorte na escolha das datas.

Diz uma amiga minha que a gente não engorda entre o Natal e o ano novo, e sim entre o ano novo e o Natal. Mas posso dizer que eu controlei, como controlo quase sempre o meu peso durante o ano. E desta vez vou engordar mesmo é entre o Natal e ano novo. E posso dizer que vou fazer isso com o maior prazer…

Na viagem provavelmente vamos perder peso. Ter um pouco de peso a mais vai ser bom. Na altitude, é normal perdermos o apetite. Além de ser difícil preparar a comida. Teremos que nos condicionar a comer mesmo que não tenhamos fome. Empurrar comida pra dentro nas horas determinadas. E na quantidade certa também.

Quando fui para a Bolívia em 2005, perdi quase 4kg. Maduro e Maguinho perderam entre 6 e 8kg no Aconcágua este ano. Ficou claro que eles erraram na comida para a altitude, mas no acampamento base tinham sempre comida a vontade. No nosso caso, faremos toda a comida o tempo todo. Apesar de estarmos bem orientados, ainda vamos ver o que poderemos comprar em Mendoza e Copiapó. E na quantidade e variedade certa. Não temos experiência nesse assunto, mas vamos tentar fazer da melhor forma.

O cuidado principal será não nos desgastarmos muito e não perdermos muita massa no Aconcágua. Teremos apenas 3 ou 4 dias para nos recuperar para escalar o Ojos del Salado. Se o desgaste for excessivo, a escalada do Ojos estará bem comprometida.

Faltam 2 dias…

Carlão

Despedida de BH

23/12/2007

Último dia em BH. Hoje a noite vou pra Sampa passar o Natal com meu irmão e família. Vou esperar o Márcio dia 27 bem cedo no Terminal Tietê para pegar o ônibus para Guarulhos.

Coloquei tudo em 3 mochilas (duas cargueiras de 90 e 70 litros, e uma pequena de 25 litros para as coisas mais frágeis). Dentro de uma das cargueiras ainda vai uma outra mochila vazia de 45 litros. Como vamos comprar muita comida para levar para a montanha, vamos precisar de espaço pra carregar. Márcio deve ir com outras 3 mochilas também. Para as caminhadas e escaladas vamos usar apenas uma cargueira ou uma menor, dependendo do dia e da carga necessária. As demais mochilas vão em mulas (Aconcágua) ou no jipe (Ojos del Salado).

Tralha Carlão 3 Tralha Carlão

Só para vocês terem uma idéia da carga, publiquei o conteúdo da nossa bagagem (check-list) em “Páginas”. Em breve vou colocar o que estimamos comprar de comida.

Ontem fui à casa do Márcio. Armamos mais uma vez a barraca e desta vez levamos 12 min. Aprendi a usar o fogareiro com segurança também. Demos mais uma olhada no check-list e voltei pra casa.

Hoje voltei para deixar o Space (meu cão) para a Elaine cuidar dele na minha ausência. Elaine vai ser uma guerreira enquanto viajamos. Enquanto viajo com o seu marido pras montanhas, ela vai cuidar dos filhos, da casa, da academia e ainda do meu cachorro.

Carlão

Fériaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaas!

22/12/2007

Somando as férias mais os dias que a minha empresa vai “parar” entre Natal e Reveillon, serão 37 dias longe do trabalho. Um recorde na minha história profissional. Na minha carreira, esta é minha terceira “folga” de 30 dias. Todo mundo me pergunta como é que eu consigo esta façanha. O normal são as pessoas tirarem 15, no máximo 20 dias, de férias. Às vezes dois períodos de 15 dias no mesmo ano. Outros vendem alguns dias. Vender minhas férias? Nunca. Mas eu consegui todas elas fazendo um plano e programando com muita antecedência com meus chefes. A desta vez eu combinei em janeiro deste ano.

Mas para se conseguir fazer estas viagens para escalar altas montanhas, é necessário muito tempo. Os lugares são distantes, o que encarece a logística. Principalmente a parte aérea. E tem a aclimatação que requer um período de adaptação antes de começarem as escaladas. Quanto mais alta a montanha, mais tempo é necessário para a aclimatação. Então há uma mistura entre querer tirar o melhor proveito do custo dos longos deslocamentos e ter o tempo necessário para uma escalada segura.

Depois de vermos e revermos o nosso cronograma e ter mais informações de horários de ônibus e onde vamos comprar materiais e suprimentos em Santiago e Mendoza, resolvemos adiantar em um dia nossa entrada em Horcones (entrada do parque do Aconcágua). Se tudo der certo como replanejamos, vamos eliminar o quarto dia e ir direto para Confluência (caminhada de 2h30min.) Além de ganhar um dia, o que nos dá mais um dia de contingência em caso de mau tempo na montanha, vamos passar o Reveillon em Plaza de Mulas, sendo que o dia 1 de janeiro será dia de descanso. Tenho que colocar um vinho na nossa lista de compras em Mendoza… ;-)

Carlão

Organização

21/12/2007

São 23h15min. Estou ainda organizando detalhes. Tento agora relembrar todas as coisas que fizemos nesta preparação. Quando faço a relação, tenho a impressão que não foi tanta coisa assim. No entanto, o somatório dos detalhes é muito grande. Acabo de testar nosso fogareiro. Um colega sugeriu que comprássemos mais um, só que a gás (o nosso é de benzina), para o caso de pegarmos muitos dias de tempestade. O fogareiro de benzina é mais difícil de controlar e pode ser perigoso usá-lo dentro da barraca. No entanto, consegui manuseá-lo com muita facilidade. Vamos ver como vai ser no frio, com os dedos congelados… Hehehe! No final de semana vamos refazer o teste, e praticar mais.

Vamos usar o fogareiro de benzina mesmo, chega de peso, chega de gastos!

Providências:
- estabelecer objetivos
- procurar informações
- estabelecer estratégias
- orçar material
- comprar material
- comprar passagens de avião
- informar-se sobre passagens, transporte local
- fazer lista de coisas a fazer nas cidades locais
- informar-se sobre aluguel, compras locais, permissões, mulas…
- reservas no abrigo, mulas, material…
- compras nos EUA
- informações e organização de alimentação com nutricionista
- passaporte, carteira de vacinação internacional
- testes, testes, testes…
- detalhes, conversas e mais conversas, pesquisas na internet, detalhes, detalhes…

Márcio

Perfil das equipes

20/12/2007

Toda equipe deve se conhecer bem, e vou tentar aqui, dar alguns detalhes da nossa.

MARCELO: 39 anos, natural de Juiz de Fora, bacharel em Informática pela UFRJ e em História pela UFMG, com pós-graduação em Gestão de Projetos pelo IETEC. Atua como gerente de projetos na Unisys, em Belo Horizonte, na área de Tecnologia da Informação. Começou no montanhismo há 15 anos, tendo realizado inúmeras escaladas e caminhadas nos Andes, como os picos Bolívar (5007 m) e Humboldt (4942 m) na Venezuela, duas vezes o Cotopaxi (5897 m) e o Chimborazo (6310 m) no Equador, o vulcão Licancabur (5916 m) na Bolívia, o Cerro Tronador (3300 m) e o Aconcágua (6962 m) na Argentina e o Nevado Ojos del Salado (6893 m) no Chile
Está na equipe que vai tentar o Ojos.
NÃO FALA, NÃO RECLAMA, NÃO SENTE, NÃO SE MANIFESTA.

ACÁCIA: 36 anos, natural de Astolfo Dutra, graduada em Bioquímica pela UFJF, trabalha atualmente no Hospital Julia Kubistcheck e como professora substituta no Colégio Técnico da UFMG. Já realizou diversas caminhadas e travessias de montanha no Brasil, Peru, Bolívia e Equador, além de escaladas nos Andes, como os vulcões El Misti (5822 m), Cotopaxi (5897 m) e Imbabura (4621 m).
Está na equipe que vai tentar o Ojos.
TAMBÉM NÃO RECLAMA DE NADA E NÃO TEM JOELHOS, NÃO TEM HEMÁCIAS, NÃO TEM PROBLEMAS NOS PÉS… PURA RAÇA!

ANDRÉ: 29 anos, graduado em Engenharia de Minas pela UFMG e Mestre em Tecnologia Mineral pela mesma universidade. Atualmente atua na área de Processos Minerais em Belo Horizonte. Montanhista desde sempre por influência de seu pai, tendo realizado diversas caminhadas, travessias e escaladas de montanhas pelo Brasil. Partindo para seus primeiros picos andinos.
Está na equipe que vai tentar o Ojos.
NÃO TEM EXPERIÊNCIA EM ALTITUDE, É O MAIS CAIPIRA DA TURMA, FALA PORRRRTA, INTERIORRRRR… NÃO ESQUENTA COM NADA. PELO MENOS POR ENQUANTO!

MAGUINHO: 26 anos, natural de Sete Lagoas, graduado em matemática pela FEMM, trabalha atualmente como coordenador de vendas num escritório de representação comercial. Montanhista há 9 anos, fez curso de escalada em rocha e gelo. Sua experiência conta com diversas ascensões como Condoriri (asa direta) 5420 m, Tarija 5340 m , Pequeno Alpamayo 5400 m e Huayna Potosi 6088 m na Bolívia, e o Aconcágua 6962 m na Argentina, além de diversas escaladas e travessias pelo Brasil.
Está na equipe que vai tentar o Ojos.
É O CARA DA CHEGADA. FALEM COM ELE QUE O CUME ESTÁ PRÓXIMO QUE ELE DISPARA. NÃO FALEM QUE ESTÁ LONGE, SENÃO ELE DIMINUI. DESISTIR: NUNCA!

MADURO: 36 anos, natural de Belo Horizonte, gerente de projetos na área de TI. Montanhista há mais de 10 anos, tem em seu currículo algumas das paredes mais clássicas do Brasil (Salinas, Baiano, Pão de Açúcar… etc) e também travessias importantes (Petrô-Terê, Serra Fina… etc). A primeira experiência com a alta montanha aconteceu em 2007 no Aconcágua (6972), onde a equipe obteve total sucesso.
Está na equipe que vai tentar o Ojos.
FALA MAIS DO QUE A EQUIPE INTEIRA. FALA ALTO, É CHEIO DE TEORIA FURADA, MAS É O HERÓI DA TURMA. SE PRECISAR DE ALGUÉM PRA DECIDIR OU PRA SER SALVO, NÃO PRECISA NEM CHAMAR, PORQUE ELE VAI RESOLVER.

CARLÃO: 36 anos, gerente de projetos, fotógrafo e montanhista a mais de dez anos, tendo escalado várias montanhas do Brasil e da Bolívia. Foi nos Andes Bolivianos que escalou suas primeiras montanhas acima dos 5 mil metros de altitude. A mais alta foi o Huayna Potosi, com 6.081m, em agosto de 2005.
Está nas duas equipes, Ojos e Aconcágua.
O CLIMA ESQUENTOU? CHAMEM O CARLÃO. O MAIS SERENO, APAZIGUADOR, CONTROLADO… MUITO CRITERIOSO TAMBÉM.

MM (Eu): Empresário, Profissional de Educação Física, formado pela UFMG com pós-graduação em Atividade Física para Grupos Especiais (USP), Atividade Física Personalizada (UVA) e Nutrição (UVA). Já escalou o Pão de Açucar (4 vezes), Dedo de Deus (3 vezes), Corcovado (3 vezes), Agulha do Diabo, Salinas – Leste (2 vezes) Capacete,Pico do Baiano, Itaipava dentre outros.
Está nas duas equipes, Ojos e Aconcágua.
O MAIS DETALHISTA, METÓDICO, SISTEMÁTICO… O QUE MAIS TREINA, PREPARA, ANOTA… NÃO GOSTA DE COMEMORAÇÕES. DESCER RÁPIDO, É COM ELE MESMO.

Márcio, o pscicólogo